As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

domingo, 25 de janeiro de 2026

Força

Na luz
Que impulsiona e chama
O azul imenso se entranha 
Entre os desenhos da folhagem 

O vento
Que em brisa canta
Os mistérios da poesia 
Em uma suave inspiração 

A força 
Do salto que desafia 
A densidade da matéria 
Em uma fortuita dança
 
 A calma 
Que suaviza o coração 
Que dá ritmo a canção
E que nos materializa 

O sonho