
E eu findo assim!
Estupidamente triste, radicalmente alegre
Nas tensões vivas de um coração que bate
Nas evoluções aleatórias dos sentimentos
Gritando euforicamente que estou livre
Para amar, sofrer, errar e pedir desculpas
Extrapolar meus delírios humanos
Desafogar os desejos lúcidos de aquém
Eu me dou a tua sina, se tu se deres a minha.
Corra até o infinito pelo meu beijo
Te faço cócegas nas pernas
Abro a tua vontade de querer sorrir ao vento
Saio e volto só pra te provar que nos queremos
Cheios de virtudes e defeitos, Loucos de amor são
2 comentários:
oi moço! gostei bastante do poeminha :} é de tua autoria? posso roubá-lo qualquer dia? beijo!
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