As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

domingo, 26 de janeiro de 2025

Sorriso

LUm gesto simples, gratuito 

Encanta a alma, ilumina o dia

Uma ida, uma pausa, uma volta 

Uma vida 


A necessidade 

De encontrar razão

Pra reinventar o mundo

Tocar, cantar, dançar, 

E ouvir silêncios


Poder perceber

(Poder é perceber) 

Receber

Da voz da Terra 

Com hálito de floresta

Os ensinamentos do tempo


Como a simplicidade 

De um sorriso fortuito

Mostrando Levemente

A curvatura da língua 

A doçura dos dentes

Da boca entreaberta


Os músculos do rosto 

Inventando moda

Enfeitando a face

Inspirando o corpo


A ciranda dos olhos

Fazendo festa 

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