As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

terça-feira, 29 de julho de 2025

Intenção

Mesmo nas nossas
Faltas de tempo
Sútil cuidado
Presença e alento
Havia vida de sobra
Pra se sonhar 

Sono e cansaço
Acordos e descansos 
Conversas, silêncios 
E acalantos 

Canções pra cantar
Sorrisos pra oferecer
Marcas pra se dançar
Caminhos a percorrer 

Mas ainda assim, 
Com toda vontade
A poesia da realidade
Se escreve na verdade
Com tempo e espaço 
No prazer e na dor 

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