As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

domingo, 8 de fevereiro de 2026

FREVO DANADO

Em cada passo

De nossas vidas

Cada compasso

Cada batida


A gente dança

A gente agita

A gente acalma

A gente grita


Mas sempre a cantar

A nossa alegria

Passarinhando a voar

Na imensidão do dia


E assim a vida segue

Vamos somando improvisos

Divindindo os percalços

Multiplicando sorrisos


Pulamos alto

Descemos até o chão

Dançando frevo danado

O meu e o teu coração

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