As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Vida Bela

O verso é livre

Pra cantar histórias

E plantar memórias

Nesse chão de solo vivo


O verso é vivo 

O olhar é um firmamento 

A voz, rezo, encantamento

E da canção nasce um sorriso


E do sorriso

Nasce uma luz como uma rosa 

Seja verso ou seja prosa 

A poesia é quem decide


O tempo incide 

Na canção que se revela

Na gira que nos revela

A visão de uma vida

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