As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

segunda-feira, 29 de junho de 2026

Nave Sol

Nave sol

Que me leva

Delicadamente

Em teu abraço


Viajamos dançando

Em teus laços 

Como quem cai

E é segurado

Pelos teus braços


Tua luz, teu calor

Desdobrando o espaço-tempo

Na poesia dos teus ventos 

E rodopios gravitacionais 

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