As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

sábado, 12 de setembro de 2026

Repare



Nessa loucura

A quem repare para sonhar

E fazer honrações

Descansar, se alimentar

Dessa luz, dessa sombra

Desse silêncio, desse canto

Dessa arvore, desse manto

Desse quintal, dessa poesia

Que o tempo segue

Concretizando

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