As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

domingo, 5 de julho de 2026

Reflexo

Refaço

Canções com o som do vento

Danço

Passeando os olhos em teu sorriso

Brinco

Como quem desdenha da má sorte

Rodopio

Feito a criança enpunhando

Sua espada sem corte

Resistimos!


Construímos

Armaduras de cetim

Lantejoulas e vidros reluzentes

Refletimos

A poesia de nossa gente

O tempo passa

E o espaço vai ficando diferente

Mas ao som das maracas

Vamos nos fortalecendo

Vamos amadurecendo

Vida viva, viola e repente

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